domingo, junho 23, 2024
Política Nacional

Feminicídio bate recorde not Governo Lula e chega a 1.463 casos

No primeiro ano do 3º mandato do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o número de femicídios alcançou o maior já registrado no país desde o início da série histórica, segundo dados projetados pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).

Com o recorde, o Brasil teve cerca de 1.463 vítimas de feminicídio, sendo o maior número desde que a lei foi criada, em 2015.

Mato Grosso, Acre, Rondônia e Tocantins lideram o ranking nacional com as maiores taxas.

Já Ceará (0,9 por 100 mil), São Paulo (1,0 por 100 mil) e Amapá (1,1 por 100 mil), foram os estados a registrar menos notificações.

A Lei 13.104/2015 determina que fica configurado feminicídio quando há morte de mulher “por razões da condição de sexo feminino”, o que contempla casos de crimes que envolvem violência doméstica e familiar, bem como menosprezo ou discriminação à condição de mulher.

Desde o início do ano, o Brasil já registrou mais de 1 milhão (1.017.278) casos prováveis de dengue e 214 mortes confirmadas pela doença. Outros 687 óbitos estão em investigação.

De acordo com dados do Painel de Monitoramento das Arboviroses, divulgados nesta quinta-feira (29), pelo do Ministério da Saúde, o coeficiente de incidência da dengue no país, neste momento, é de 501 casos para cada grupo de 100 mil habitantes.

Entre os casos prováveis, 55,4% são de mulheres e 44,6% de homens. A faixa etária dos 30 aos 39 anos segue respondendo pelo maior número de ocorrências de dengue no país, seguida pelo grupo de 40 a 49 anos e de 50 a 59 anos.

Já entre os estados brasileiros, Minas Gerais lidera em número absoluto de casos prováveis (352.036). Quando se considera o coeficiente de incidência, o Distrito Federal aparece em primeiro lugar: 3.612,7 casos por 100 mil habitantes.

O DF, inclusive, é uma das unidades federativas que decretaram situação de emergência em saúde pública por causa da explosão de casos da doença. Em atualização recente, o governador Ibaneis Rocha, informou que as redes de saúde da capital, tanto a pública quanto a privada, entraram em colapso no atendimento.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *