domingo, junho 16, 2024
Política NacionalSem mimimi

Censura travestida de defesa da democracia

A regulamentação das redes sociais, a mais nova obsessão de Lula (PT) é também uma farsa, como quase tudo na vida do político.
É uma farsa porque se apresenta sob a égide da defesa da democracia, mas na realidade, nada mais é do que a imposição da censura no intuito de calar opositores e se blindar de críticas, bem ao estilo das ditaduras da Venezuela, Cuba, China e Nicarágua, que, vale lembrar, são todas amigas de Lula e do petismo.

Ameaça
Em carta enviada à Organização das Nações Unidas para Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), Lula defendeu a regulação das redes sociais para evitar o que chamou de ameaça à democracia.

Incoerência
É isso mesmo. A ideia é calar a voz do povo em defesa da democracia, que, em tese, é a vontade do povo.

Veja bem..
Como descreveu perfeitamente o jornalista J.R. Guzzo, em artigo publicado no jornal Gazeta do Povo, Lula e a esquerda mais grosseira, com apoio de praticamente todo o aparelho judiciário, dizem que a proposta, na verdade, não tem nada de querer calar as pessoas.

Sem mentiras
“Ao contrário: aproveitando-se da fantasia, tão difundida e tão inútil, segundo a qual as leis deveriam proibir que as pessoas dissessem mentiras nas redes sociais, Lula propõe um mundo onde o governo vai fazer com que todos digam a verdade. É a maior mentira de todas”, escreveu Guzzo.

A verdade
A verdade é que as redes sociais deram voz aos desconhecidos e proporcionou uma relação mais íntima entre a informação e quem a consome, inaugurando um novo momento de liberdade de expressão no mundo.
E isso, obviamente, causa temor a quem não é muito afeito às críticas e tem uma veia autoritária.

Neutralizando
Além disso, Lula é consciente de que nas redes sociais a direita brasileira é bem mais organizada do que a esquerda. Logo, dificultar o uso do Twitter, Facebook, Instagram e afins é uma estratégia também de neutralizar o inimigo e “navegar em águas tranquilas”.

Derrota
Falando em Lula, o governo petista teve sua primeira grande derrota na semana passada, quando o deputado federal André Fernandes (PL-CE), conseguiu o número de assinaturas suficientes para instaurar a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar os atos de 8 de janeiro.
A proposta conta com apoio de 173 deputados e 32 senadores.

Temor
A instalação da Comissão é algo que incomoda e causa medo na cúpula do PT.

Dino no alvo
O entendimento do Palácio do Planalto é que a CPMI pode servir como palanque para a oposição jogar holofotes sobre eventuais erros de ministros como Flávio Dino, da Justiça, e José Múcio, da Defesa, na tarefa de proteger as instituições e o patrimônio público.

Não quero
O próprio Lula chegou a dizer em 18 de janeiro que era contrário à CPMI, já que, segundo ele, órgãos federais têm mecanismos de investigação para conduzir o caso de forma autônoma e a Comissão poderia “criar uma confusão tremenda”.

Só três
Dos 11 parlamentares amazonenses em Brasília, apenas os deputados federais Capitão Alberto Neto (PL) e Fausto Jr (União Brasil), além do senador Plínio Valério (PSDB) assinaram o requerimento de instalação da CPMI.
Todos os demais se omitiram.

5G no interior
A partir desta segunda-feira (27), as operadoras de telefonia móvel poderão solicitar à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) o licenciamento e a ativação do sinal 5G a 347 municípios em todo o Brasil.
No Amazonas, 12 municípios serão contemplados.
As cidades amazonenses beneficiadas serão: Autazes, Careiro, Careiro da Várzea, Iranduba, Itacoatiara, Itapiranga, Manacapuru, Manaquiri, Novo Airão, Presidente Figueiredo, Rio Preto da Eva e Silves.

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