sábado, junho 22, 2024
Sem mimimi

Eduardo Braga é cotado para presidir CPMI do 8 de janeiro

O senador Eduardo Braga (MDB-AM) é dos mais cotados para assumir a presidência Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) dos Atos de 8 de janeiro.

A informação circula nos bastidores de Brasília e foi confirmada pelo senador Ezalci Lucas (PSDB-DF) na manhã desta quinta-feira (27), em entrevista à rádio CBN.

A Comissão foi oficializada durante sessão do Congresso Nacional nessa quarta-feira (26) e cabe agora aos líderes e blocos partidários indicarem os membros.

Isenção

Na avaliação dos parlamentares, Braga é um político pragmático e isento, sendo capaz de liderar as ações do comissão sem se inclinar para um dos lados do espectro político.

Engano

No entanto, essa é uma análise errônea, uma vez que Eduardo Braga tem ligações históricas com o PT, foi ministro no governo de Dilma Rousseff (PT) e recentemente teve apoio de Lula (PT) na disputa pelo Governo do Amazonas.

Será isento? Pouco provável!

A CPMI

O texto da CPMI, de autoria do deputado André Fernandes (PL-CE), recebeu apoio de 245 deputados e 39 senadores.

Pelo regimento comum do Congresso Nacional, a comissão terá 32 integrantes, 16 deputados e 16 senadores, divididos pelos blocos partidários.

Indicações

Comandado pelo presidente Arthur Lira (PP-AL), o maior bloco da Câmara formado por PP, União Brasil, Federação PSDB-Cidadania, PDT, PSB, Avante, Solidariedade e Patriotas, vai indicar cinco deputados

O segundo maior bloco da Câmara, formado por MDB, PSD, Republicanos, Podemos e PSC poderá indicar quatro deputados.

Esquerda

Já a federação de esquerda liderada pelo PT, com o PC do B e PV terá direito a dois indicados.

A federação PSOL e Rede terá só uma vaga.

Oposição

O PL, partido de oposição com bancada de 99 deputados, terá três deputados na CPMI.

Entre os que poderão ser indicados está o autor do requerimento, André Fernandes e Alexandre Ramagem (RJ).

Senado

No Senado, o bloco formado por MDB, União Brasil, PDT, PSDB e Podemos vai indicar seis dos 16 senadores.

O bloco com PT, PSD e PSB vai indicar outros cinco.

Minoria

No lado minoritário da oposição o grupo formado por PL e Novo pode indicar três. E o bloco de PP e Republicanos terá dois representantes.

Manobra

Na tentativa de reduzir o número de integrantes da oposição, o líder do governo Lula no Senado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP) migrou sua sigla do bloco do MDB para o bloco do PT, o que garantiria mais uma indicação à base governista.

Investimentos na indústria

O Governo do Amazonas aprovou, durante a 301ª reunião ordinária do Conselho de Desenvolvimento do Estado do Amazonas (Codam), nessa quarta-feira (26), 50 projetos que somam um investimento de R$ 717 milhões e projeção de criação 847 novos postos de trabalho.

PP Manaus

O presidente do Partido Progressistas no Amazonas (PP-AM), Rodrigo de Sá, irá empossar a Comissão Provisória do PP em Manaus, que passa a ser comandado pela vereadora Thaysa Lippy. A solenidade ocorrerá no Auditório Zany dos Reis, na Câmara Municipal de Manaus (CMM), nesta sexta-feira (28), às 14h.

Encontro

Em Brasília participando de um evento para parlamentares de todo o País, o vereador de Manaus, Capitão Carpê (Republicanos), que é ouvidor da Câmara Municipal de Manaus (CMM), se reuniu com o senador Plínio Valério (PSDB), que é o ouvidor do Senado.

Cooperação técnica

Após o encontro, ficou acordado que ambas as casas legislativas firmarão um termo de cooperação técnica para que atuem de forma conjunta.

Amazonense

De autoria da deputada Débora Menezes (PL), a concessão de Título de Cidadã Amazonense à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, foi aprovado na sessão dessa quarta-feira (26), na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam).

Votos contrários

Votaram contra a entrega da honraria os deputados Adjuto Afonso (União Brasil), Alessandra Campêlo (PSC), Carlinhos Bessa (PV), Mayra Dias (Avante) e Sinésio Campos (PT). A deputada Joana Darc (União Brasil) se absteve da votação e o presidente da Aleam, Roberto Cidade (União Brasil), não votou por estar comandando os trabalhos.

Ele vem?

A indagação agora é quando será a entrega da honraria e se o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) acompanhará a esposa no evento. Isso, obviamente, tornaria a sessão em um palanque pré-eleitoral.

Treta

Durante a reinauguração da Escola Municipal Aristides Barreto, no bairro do Santo Antônio, nessa quarta-feira (26), a secretária de Educação (Semed), Dulce Almeida, irmã do prefeito David Almeida (Avante), acusou o vereador Rodrigo Guedes (Podemos) de machismo.

O fato

Tudo começou quando uma ex-professora da unidade de ensino discursou na solenidade e elogiou a atuação do parlamentar para tornar a reforma uma realidade.

Dulce então puxou o microfone da mulher e alfinetou Guedes dizendo que nunca recebeu nenhum ofício do vereador pedindo melhorias na escola.

Indignação

Autor de um ofício, um requerimento e uma representação no Ministério Público do Estado do Amazonas (MP-AM) em prol da reforma da escola, Rodrigo Guedes se manifestou, pegou o microfone e desmentiu a secretária, que ao se depara com a situação constrangedora, entrou em uma das salas da unidade de ensino.

Vídeo

Logo após o episódio, Dulce Almeida postou um vídeo nas redes sociais chorando dizendo ter sido vítima de machismo, abuso e preconceito por ser mulher vinda da periferia.

Beijinho

Antes de entrar no carro e gravar o vídeo, no entanto, Dulce, de forma irônica, mandou um beijinho para Guedes.

A cena foi registrada e postada nas redes sociais do vereador.

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