quarta-feira, junho 12, 2024
Sem mimimi

Manaus no mapa da violência mundial é uma questão de soberania nacional

Uma pesquisa da Organização não Governamental (ONG) “Seguridad, Justicia y Paz”, do México, apontou Manaus como uma das cidades mais violentas do mundo.

Segundo o estudo, a capital do Amazonas ocupa a 21ª colocação entre as 50 cidades com as maiores taxas de homicídios do planeta, com de 50,6 assassinatos para cada 100 mil habitantes (registro de 2022).

Os fatores que colocam Manaus nessa inglória colocação são muitos, mas também parte da falta de entendimento de que o problema, no fundo, é uma questão de soberania nacional e consequentemente de responsabilidade do Exército Brasileiro.

Rota do tráfico

Manaus é a capital do Estado que tem uma tríplice fronteira, onde o tráfico de drogas comanda a economia e, inclusive, dita os rumos políticos há anos.

Logicamente que a cidade mais desenvolvida desse estado sofre consequências e se torna uma rota do tráfico.

De Manaus para o mundo

É por aqui e daqui que saem as drogas mais desejadas do planeta e a comercialização dela obviamente se tornou um negócio grandioso gerido por facções criminosas organizadas e que têm seus interesses de expansão.

Tiros

E é nesse interesse de crescimento que as facções formam seus “exércitos” e se digladiam, colocando em risco a vida dos integrantes e de familiares e vizinhos, que muitas vezes não têm nenhuma relação com o ilícito.

Exército

Enquanto o problema for tratado como algo local, ou seja, de responsabilidade da Polícia Militar e com auxílio pontual das Forças Armadas, a solução não se tornará realidade.

É preciso intervenção ferrenha do Exército, sobretudo na tríplice fronteira porque as consequências do narcotráfico estão colocando em xeque a soberania do País.

Prova dos 9

E Manaus estar entre as cidades mais violentas do mundo é uma prova disso.

Cenário adverso

Infelizmente, o cenário não é dos mais otimistas, já que, o Governo Federal não tem como um de suas bandeiras o combate à criminalidade de forma contundente e, lamentavelmente, goza da simpatia dos líderes do crime no País.

Os vídeos viralizados durante a campanha são a prova viva disso.

Ação antidecreto

Desde 3 de janeiro, 17 projetos de lei ou de decreto legislativo já foram apresentados por 34 deputados e dois senadores com o objetivo de sustar as mudanças em vigor com decreto antiarmas editado pelo presidente Lula no dia da posse.

O movimento também tem se repetido nos estados.

Redução de 71%

O texto assinado por Lula suspende os registros para a aquisição e transferência de armas e de munições de uso restrito a colecionadores, atiradores e caçadores (CACs) e particulares. Restringe, ainda, o total de armas e munições permitido e suspende qualquer nova licença a clubes de tiro. Na comparação com janeiro de 2022, o número de armas cadastradas comuns caiu 71%.

Não é piada

O influenciador digital Felipe Neto vai fazer parte de um grupo de trabalho instituído pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania “para apresentação de estratégias de combate ao discurso de ódio e ao extremismo”.

Entre os integrantes da equipe estarão 24 pessoas da sociedade civil, cujos nomes constam em uma portaria publicada na edição de ontem (22) do Diário Oficial da União (DOU).

Ódio só pra um lado

Além do youtuber, outras figuras conhecidas farão parte do grupo, entre elas a responsável por presidir a equipe: a ex-deputada federal Manuela d’Ávila.

Entre os nomes escolhidos também estão a jornalista Patrícia Campos Mello, da Folha de São Paulo, a ativista pró-aborto Débora Diniz e o professor Pedro Hallal, ex-reitor que chegou a assinar um termo de ajuste de conduta por “manifestação desrespeitosa” contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Destaque

O deputado estadual Dr. George Lins (União Brasil) foi eleito vice-presidente do Bloco Brasileiro da União de Parlamentares Sul Americanos e do Mercosul (UPM).

A entidade coordena as atividades de deputados estaduais brasileiros em assuntos que dizem respeito ao Mercado Comum do Sul-Mercosul e tem por objetivo promover a integração entre o Bloco e outras nações-amigas.

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