quinta-feira, junho 20, 2024
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Plínio Valério sobe o tom em críticas a falas de Gilmar Mendes ‘é condenável’

O senador Plínio Valério (PSDB) tachou de condenável as falas do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, que em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, afirmou que “Curitiba tem o germe do fascismo”.
“Só mesmo partindo de um membro do Supremo Tribunal Federal do Brasil. Em países civilizados a gente nem conhece os ministros do Supremo, mas se tratando do atual STF, se tratando do ministro Gilmar, a gente já nem estranha mais, mas é condenável”, disse.

Críticas
A fala do magistrado, que se referia à Operação Lava Jato coordenada pelo ex-juiz Sérgio Moro – hoje senador pelo União Brasil do Paraná – foi alvo de críticas de políticos nessa terça-feira (9).

Lava Jato
Gilmar Mendes é feroz crítico à operação, que vale lembrar, desvendou o maior esquema de corrupção do País e pela primeira vez na história da nação colocou na cadeia empresários poderosos e políticos do alto escalão, como Lula (PT).

Gângster
Como prova do seu desafeto com a investigação, Gilmar Mendes chegou a chamar os procuradores da Lava Jato de gângster e gentalha.
O hoje deputado federal Deltan Dallagnol (Podemos-PR) integrava o grupo.

Ataque
Em outra entrevista, o magistrado também atacou frontalmente Moro e disse que cabe ao parlamentar dar explicações sobre “vendas de sentenças”
“Tacla Duran diz, pelo menos, é o que está aí em todas as entrevistas, que teria feito um depósito de US$ 5 milhões para o escritório da mulher do Moro. Basta abrir a conta e esclarecer essa dúvida. Portanto, quem tem que fazer explicações sobre venda de decisões é Moro”, declarou Mendes à CNN Brasil.

Resposta
No Twitter, Moro, que é ex-juiz da Lava Jato, destacou a própria conduta durante a operação.
“Não tenho a mesma obsessão por Gilmar Mendes que ele tem por mim. Combati a corrupção e prendi criminosos que saquearam a democracia. Não são muitos que podem dizer o mesmo neste País”, cutuou.

Sem resposta
A SEM MIMIMI procurou os demais parlamentares do Amazonas para comentarem as falas de Gilmar Mendes, em especial os senadores Omar Aziz (PSD) e Eduardo Braga (MDB), mas até o fechamento desta edição não recebeu respostas da assessoria de imprensa de ambos os parlamentares.

Crítica
O presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), José Roberto Tadros, fez duras críticas ao presidente da Embratur, Marcelo Freixo.
O amazonense que comando o órgão acusou o ex-deputado federal pelo Rio de articular a destinação de recursos para o órgão no intuito de fortalecer sua base política para concorrer ao governo do Rio de Janeiro.

Explicando
A ira de Trados se dá pela existência de dois artigos no Projeto de Lei de Conversão (PLC) 09/2023, que propõem o desvio de 5% dos recursos da CNC, o Sesc e o Senac para a Embratur
Os artigos 11 e 12 do PLC alteram a Medida Provisória 1147/2022, que reformula o Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse).

Demissões
Segundo Tadros, essa transferência de recursos resultará na demissão de cerca de 4 mil funcionários do chamado “Sistema S”.

Treta
Falando em atrito, os vereadores Capitão Carpê (Republicanos) e Sassá da Construção Civil (PT), tiveram uma pequena treta durante sessão plenária dessa terça-feira (9), na Câmara Municipal de Manaus.

Direita x esquerda
Tudo começou quando o petista criticava a política armamentista do governo de Jair Bolsonaro (PL) e afirmou que a “direita não presta”.
Carpê então rebateu afirmando que o que mata não são as armas, mas a corrupção. E que corrupção e PT são quase um sinônimo.

Mordaça
Também na sessão da CMM, o vereador Raiff Matos (DC) usou uma mordaça e em um discurso silencioso criticou o Projeto de Lei 2.630/2020, chamado de PL das Fake News, e pedir que a população cobre os deputados federais pela derrubada da proposta.
O parlamentar levou cartazes com dizeres “diga não à censura” e “contra o PL 2.630”.

Mensagem
Por falar em PL 2.630, o Telegram encaminhou numa mensagem aos usuários do aplicativo contra o projeto.
No texto plataforma digital diz que “a democracia está sob ataque no Brasil” e acusa o projeto de dar “poderes de censura sem supervisão judicial prévia”.

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